RODA DE RIMA GRIOT: HISTÓRIAS DE EMBOLAR MÚSICA, EDUCAÇÃO E ANCESTRALIDADE AFRICANA”..

HISTÓRIAS DE EMBOLAR MÚSICA, EDUCAÇÃO E ANCESTRALIDADE AFRICANA”..  É a primeira atividade do projeto GRIOT NA ESCOLA,  integrante do PROGRAMA MAIS CULTURA NA ESCOLA.

Nossa escola parceira é a Unidade de Educação Municipal Altivo César (Barreto, Niterói – RJ, Brasil).

A proposta da atividade é  apresentar  a tradição dos griots africanos e seu legado na música e na educação étnica no Brasil, na cultura que é feita  tanto na periferia urbana do sudeste como no nordeste, herdeiros das tradições (saberes e fazeres) das comunidade de matriz africana e indígena.

A atividade marca o início de uma série de oficinas, vivências, aula espetáculo e produção de materiais educativos que serão realizadas em 2015,  para auxiliar na implementação da lei 10639/03, que regulamenta a obrigatoriedade do ensino da cultura afro-brasileira nas escolas em nosso país.

flyer  mais cultura na escola abertura grafite griot logo mais cultura

Roda de Rima Griot … ” HISTÓRIAS DE EMBOLAR MÚSICA, EDUCAÇÃO E ANCESTRALIDADE AFRICANA”..
Música-tema geradora da roda: “Griot – Mestres da Literatura Oral”, Flagelo Urbano http://youtu.be/4zuMCGwtKEM
Participem  a escola é nossa comunidade!
ESTRÉIA:  DIA 03/12 RODA GRIOT  NA ESCOLA às 10h e às 14h. 
Mais informações: adriana.edugrio@gmail.com
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Diáspora Griot – ORI: Disseminando saberes para a construção de uma educação étnica

O conjunto de intervenções estéticas “Diáspora Griot: ORI” reúne poesia, artes visuais, contação de história  e música de matriz africana e indígena.A intervenção propõem um processo educativo e artístico baseado nos modos de fazer e saber das comunidades tradicionais afro-brasileiras, contribuindo para valorização da diversidade cultural e étnica na formação de estudantes e educadores.
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A intervenção também tem  instrumentalizado educadores na construção de atividades relativas à implementação da lei 10.639/03 (obrigatoriedade do ensino de história da cultura afro-brasileira e História da África no ensino formal)

A sensibilização: 

Ocupamos o Museu  de Cultura Popular Janete Costa, na cidade de Niterói-RJ  para compartilhamos essa experiência com 40 alunos da rede de educação pública do município.A abertura da intervenção propõe o diálogo e o encontro entre estudantes e artistas… E reabrimos  o “portal do esquecimento”.. disseminamos lembranças de nossos ancestrais!

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Sensibilizar para o encontro  com nossa própria memória e negritude.

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As histórias escondidas

Sobre dar lugar aos mais velos, bom dia, boa tarde..  E o agradecimento pela vida.

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A pedir licença e ser generoso…

A entender a importância da mensagem griot, da nossa memória e do nosso futuro:

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Nossa relação com  a natureza e com os outros, nossos mais velhos e nossos mais novos..  Ouvindo histórias sobre a cabaça da existência e mães  ancestrais.. Ao final, os jovens estudantes levaram sementes de cabaça pra germinar novas histórias em seus  territórios de existência , para além do museu, a vivência fica na memória que foi desacorrentada do não-saber e do esquecimento.

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sobre o respeito à arte de matriz africana  e seus valores como respeito aos mais velhos e seus saberes, diálogo, escuta, aprendizado coletivo,  solidariedade, experimentação sensível e desenvolvimento cognitivo através de uma outra prática de vida e saúde.

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O ritual da roda e o convite para novos encontros… 

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Sobre o  menino que escreveu seu nome no banco do museu…. que o grafitte esteja em sua escola!!!

E que o Museu reflita sobre a importância de ter espaços de registros do povo que nele  deveria se ver, se reconhecer, se empoderar…

Artistas-educadores:

Adriana de Holanda: Griô aprendiz (Ação Griô Nacional), Poetiza, contadora de história, mediadora da Rede Edução Griot/Semente de Jurema, Zeladora de comunidade de matriz afro-indígena.

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Regina Lima: Artista Plástica, educadora, membro de comunidade de matriz afro-indígena.

ORI  no Janete Costa

Fábio Simões: Luthier, contador de história, músico e percussionista.

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